Crimes de guerra foram muito comuns, incluindo massacres de civis, como o Massacre de Nanjing pela mão do exército japonês, execuções em áreas ocupadas na Europa, torturas e uso de armas proibidas. Bombardeamentos de áreas civis, como Dresden e Tóquio, também geraram controvérsias.

No que toca à obediência/desobediência militar, muitos soldados justificaram as suas ações ao alegarem estar a "cumprir ordens". Contudo, o Julgamento de Nuremberg (1945-46) rejeitou essa defesa, estabelecendo que ordens ilegais não tornam desculpável os atos atrozes.

Por outro lado, houve casos de desobediência nos quais soldados se recusaram a participar nas atrocidades cometidas, ajudaram vítimas ou desertaram. Estes atos, embora raros, mostraram resistência à pressão do regime e moralidade individual.
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